Empréstimo pessoal: troque suas dívidas de juros altos por juros menores


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O cartão de crédito pode ser um grande aliado das finanças. Com ele, é possível parcelar pagamentos sem juros, ter até 40 dias para pagar por uma despesa e, de quebra, ainda concentrar boa parte dos gastos em uma conta só. Mas, como tudo na vida, ele também tem suas desvantagens, a começar pela cobrança de juros altos pelo atraso no pagamento da fatura. Para quem se encontra nessa situação, já pensou em conseguir um empréstimo pessoal para quitar as dívidas e colocar a vida em dia?

Graças às taxas de juros mais em conta, o crédito pessoal permite que você pague valores atrasados, fugindo do temido juro rotativo. Saiba quando e por que essa opção é vantajosa, quais são as modalidades disponíveis e o que fazer para encontrar um bom negócio.

 

Afinal, o que é o crédito rotativo do cartão?

Quando solicitamos um cartão de crédito, o emissor faz uma análise para determinar o limite que estará disponível a cada mês. Esse limite é calculado com base no nosso potencial de pagamento, e é como se fosse um empréstimo mensal. Ou seja, você utiliza o cartão de crédito para arcar com suas despesas e só paga no vencimento da fatura.

Até aí, tudo certo! O prejuízo começa quando, por algum motivo, o cliente não tem condições de fazer o pagamento dentro do prazo. Nesses casos, ele entra no chamado crédito rotativo. Acionado sempre que um cliente atrasa ou faz o pagamento mínimo da fatura, esse tipo de "empréstimo" trabalha com uma das taxas de juros mais caras do mercado – em torno de 14% ao mês. Além disso, quem atrasa o pagamentos também está sujeito à multa e juros de mora.

Até o ano passado, quem entrava no crédito rotativo poderia ficar nele por tempo indeterminado, até que o pagamento integral fosse realizado. Porém, novas regras do Banco Central estabeleceram que o crédito rotativo pode ser válido apenas por um mês. Após esse período, os bancos são obrigados a oferecer uma linha de crédito melhor, com parcelamento da dívida.

 

Empréstimo pessoal: juros melhores para quitar sua dívida

Mesmo com as mudanças nas regras do juro rotativo, as taxas cobradas pelos bancos para financiamento da dívida no cartão ainda assim são altas. Embora variem de banco para banco, em geral, elas ficam em torno de 10% ao mês. Mas o bom é que você não precisa ficar preso a essas taxas. Em vez disso, é possível buscar um crédito pessoal.

Com taxas de juros a partir de 4% ao mês — 2,5 vezes menos que a média dos juros cobrados pelos bancos no financiamento da dívida no rotativo —, esse tipo de empréstimo é uma boa alternativa para pagar as quitar as contas atrasadas do cartão. Com ele, você troca taxas de juros altas por outras menores e organiza as finanças com parcelas fixas, que cabem no seu bolso. Sem contar que, depois de aprovado e contratado, em pouco tempo o dinheiro cai na sua conta, evitando a cobrança prolongada de juros de mora e outros encargos.

 

O refinanciamento de imóvel ou de veículo também é uma opção


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Para quem tem um imóvel ou veículo quitado no próprio nome, outra opção para trocar juros altos por outros mais baratos é o refinanciamento. Nesta modalidade de empréstimo, é preciso deixar um bem (imóvel ou veículo) de garantia. Como a instituição financeira não fica completamente descoberta em caso de inadimplência, os juros são ainda mais baixos. Em média, eles começam a partir de 1,5% ao mês. Além disso, os prazos para parcelamento são maiores e a quantia emprestada pode chegar a até 70% do valor do bem.

Ah! É importante destacar que, por conta das taxas de juros atraentes, tanto o empréstimo pessoal tradicional quanto o refinanciamento de imóvel ou de veículo podem ser muito vantajosos para quitar outras dívidas, não apenas a do cartão de crédito. Cheque especial e até atraso no pagamento do aluguel são exemplos de dívidas que podem sair mais caras que a contratação de um empréstimo. Faça as contas e descubra se a situação se aplica a você!

 

FinanZero: mais facilidade para buscar, comparar e contratar crédito

Ainda que, na maior parte das vezes, as taxas de juros do empréstimo pessoal e do refinanciamento sejam menores que as do crédito rotativo e do cheque especial, a verdade é que elas podem mudar muito de uma instituição para outra, e de acordo com o perfil do cliente. Por isso mesmo, o segredo para fazer um bom negócio é buscar o maior número de propostas possível e comparar fatores como parcelamento e Custo Efetivo Total (CET).

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